RIO

RIO é um poema sobre a fluidez do tempo e da existência. Como as águas do rio, o poeta passará, passou e ficará — uma tríade temporal que desafia a lógica. Estou no futuro buscando o passado que virá. Fui para o passado fugindo do futuro que se foi. Ficarei, onipresente, encarando a metáfora de Deus que sou. O rio não é apenas água que corre — é a imagem da alma que transita entre tempos.
Como as águas do rio passarei. Estou no futuro em busca do passado que virá. Como as águas do rio passei. Fui para o passado fugindo do futuro que se foi. Como as águas do rio ficarei. Estarei onipresente encarando a metáfora de Deus que sou.
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