SINAL

SINAL é um poema sobre a fé que pede e a graça que responde. Na dificuldade, sem norte, o poeta pede com ansiedade por um sinal. Vem o vento, vêm as nuvens pesadas do oeste. Mas quando os olhos se voltam para o leste, uma fresta se abre no alto do céu — e por ela, no meio do asfalto, na solidão da cidade, irrompe a festa de um céu azul.
Na dificuldade , sem norte , pedi com ansiedade por luz , pedi um sinal na solidão da cidade . Veio o vento em rajadas . Vieram pesadas as nuvens do oeste . Olhei para o céu e louvei ao Senhor no leste . E como por encanto abriu-se uma fresta no alto , e por ela , eu no asfalto, olhos voltados para o sul, presenciei a festa sempre ali presente de um céu azul .
Declamação
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