SEMPRE

SEMPRE é um poema sobre a renovação silenciosa do mundo. Não existem manhãs iguais — sempre algo muda. Uma nuvem, um pássaro, uma história, um povo. Algo é novo, belo, bom, semente. Mas o verdadeiro segredo não está nas manhãs que mudam: está em alguém que muda dentro da gente. O poema celebra essa capacidade humana de se reinventar.
Não existem manhãs iguais. Sempre algo é diferente, é novo. Uma nuvem, um pássaro. Uma história , um povo. Não existem manhãs iguais. Sempre algo é diferente, é belo. Uma pessoa, um cão. Uma guerra, um flagelo. Não existem manhãs iguais. Sempre algo é diferente, é bom. Uma canção, um fato. Uma esperança , um dom. Não existem manhãs iguais. Sempre algo é diferente, é semente. Uma caneta, um papel em branco. Uma trova, um repente. Mas se não mudam as manhãs, muda alguém dentro da gente.
Declamação
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