FARPAS

“Farpas de Olhar” é um poema que revela a força silenciosa dos encontros entre olhos — onde tudo acontece sem palavras. Entre o jogo e a guerra, o amor e o desejo, o permitido e o proibido, o olhar se torna linguagem, emoção e entrega. Em versos curtos e intensos, o poema percorre as múltiplas dimensões do sentir humano, mostrando como um simples olhar pode aprisionar, libertar, provocar e amar ao mesmo tempo. Um convite à reflexão sobre aquilo que dizemos... sem dizer nada.
Farpas de olhar Nada mais divertido É jogo... é guerra É ter sem ter tido. Farpas de olhar Nada mais profundo É desafio... é luta É sair do mundo. Farpas de olhar Nada mais quente É romântico... é amor É carícia ardente. Farpas de olhar Nada mais proibido É sexo... é carne É possuir e ser possuído. Farpas de olhar Nada mais comunicativo É brincadeira... é sonho É forma de ficar cativo.
Declamação
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