ETERNO SEGREDO

O poema “ETERNO SEGREDO” nos conduz por uma reflexão profunda sobre o tempo e a eterna busca humana por aquilo que jamais se revela por completo. Entre passado, presente e futuro, o texto expõe a ilusão do poder, a fragilidade da consciência e a incapacidade do homem de compreender o essencial. Ao atravessar símbolos como a Pedra, o Éden e o Apocalipse, o poema sugere que o verdadeiro segredo não está no domínio, mas na transcendência — algo que escapa à força, à hipocrisia e até ao esquecimento. Mais do que denunciar, “ETERNO SEGREDO” convida à humildade: perceber que há mistérios que não pertencem ao homem, mas ao eterno.
No passado, mataram para obter segredo e não o conseguiram. Assassinos, à ânsia de poder não resistiram. No presente, isolam para esconder segredo que pensam que conseguiram. Hipócritas, a fraternidade não descobriram. No futuro, olvidarão, sem perceber, segredo que ser não conseguiram. Mortais, da Pedra só terão sombra que viram. No sempre, conterão o segredo do Édem ao Apocalipse. Homens, De Deus, Grande Arquiteto, só para Templo serviram.
Declamação
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