NOVA ARARA

Este poema foi escrito em homenagem a uma linda arara que existia no antigo Colégio Santa Úrsula – Ribeirão Preto-SP. O poema “NOVA ARARA” nos convida a refletir sobre a essência da liberdade e o desejo profundo de viver em harmonia com a natureza. A figura da arara surge como símbolo de pureza, desprendimento e busca por um mundo mais verdadeiro — longe das amarras, dos julgamentos e das limitações impostas. Em versos simples e delicados, o poema transcende o concreto e nos conduz ao essencial: o voo livre, o calor da vida, o amor e o retorno ao natural. Mais do que falar de uma ave, “NOVA ARARA” fala de nós — de nossa própria vontade de libertação, de pertencimento e de reencontro com aquilo que realmente importa.
Nossa nova arara quer a liberdade. Nem mentira, nem verdade. Simplesmente a vida buscando a eternidade. Nossa arara quer o infinito. Nem feio, nem bonito. Simplesmente o voar buscando fugir do cativeiro maldito. Nossa arara quer o calor. Nem sorrir, nem dor. Simplesmente quer a ventura de um mundo com mais amor. Nossa arara quer o pantanal. Nem bom, nem mau. Simplesmente a natureza buscando o natural.
Declamação
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