CRIADOR

CRIADOR nasceu de uma inquietação profunda diante do limite humano. É uma reflexão sobre o desplante do homem ao acreditar que pode ocupar o lugar de Deus, criar à sua própria imagem e reescrever o Gênesis. O poema questiona essa arrogância disfarçada de progresso e convida à humildade, lembrando que criar sem reverência pode significar perder o sentido do sagrado. CRIADOR é um chamado à consciência sobre até onde vai o poder humano — e onde ele deveria parar.
Olho por olho. Dente por dente. Braço por braço. Mente por mente. E finalmente aquele abraço! De um homem de aço com alma humana. Coração de plástico. Fígado de símio. Exímia imagem... De um Deus Máquina que o homem criou! Olho por olho. Dente por dente. Reescrevendo o Gênese secularmente! Com transplantes... E implantes... Desplantes.
Declamação
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