RISCO

RISCO nasceu de uma brincadeira cheia de desejo. No poema, imagino que os riscos da vida — perigos, erros e feridas — pudessem ser apagados como simples traços de lápis, bastando uma borracha para recomeçar. Essa imagem ingênua e ao mesmo tempo profunda revela nossa vontade humana de corrigir caminhos sem dor. RISCO é um jogo entre o sonho de apagar e a realidade de aprender com o que fica.
No jogo o risco da perda. Na vida o risco da morte. No sonho o risco do nojo de acordar, abrir o estojo e com uma borracha tudo apagar. No sonho o risco do nojo de acordar... Abrir o estojo e com uma borracha tudo apagar. E com uma borracha... Tudo apagar.
Declamação
Vídeo