PARADOXO

PARADOXO nasceu da constatação dos contrastes que nos definem. Diante do universo, somos pequenos e quase invisíveis; diante dos micro-organismos, somos imensos. E, ao mergulharmos no nosso interior mais íntimo, tocamos algo que se aproxima do divino. O poema reflete sobre essas dimensões opostas que coexistem em nós, revelando que grandeza e pequenez não se excluem — se completam. PARADOXO é um convite à consciência desse mistério humano.
Sou homem, mas com superolhar telescópico... exploro o universo ao infinito. E sou verme. Sou homem, mas com superolhar microscópico... exploro invisível ao infinito. E sou gigante. Sou homem, mas com simples olhar interior... exploro minh’alma ao infinito! E sou Deus.
Declamação
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