ASISMO

No poema “Asismo”, a palavra transforma-se em denúncia e clamor ético. Com imagens fortes e simbólicas, o poeta revela as marcas invisíveis que a sociedade insiste em gravar nos corpos e identidades dos que são considerados diferentes. A obra questiona o preconceito, a exclusão e a violência histórica contra povos e indivíduos, invertendo o olhar: se há marca a ser feita, que recaia sobre quem discrimina. “Asismo” é um grito poético contra toda forma de segregação e um apelo por fraternidade, dignidade e reconhecimento humano.
Um A nas nádegas dos aidéticos. Um C nas dos cancerosos. O N nas dos negros I nas dos indígenas brasileiros. O Z do Zorro nas dos marginais e tradicionais estrelas, com jotas, em todos os judeus. Meu Deus !!! Pai! A todo o que discrimina um irmão, marque-o como a Caim, mas com o signo da Besta, na testa !!!
Declamação
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