DANÇA DE CORES

O poema DANÇA DE CORES é celebração, memória e identidade em movimento. Os lençóis que “tomaram vida” transformam-se em símbolos vivos de união, criatividade e pertencimento. A quadra deixa de ser apenas espaço físico e torna-se palco de missão, arte e emoção coletiva. Ao som de Morricone, corpo e tecido dialogam, escondem e revelam, como se cada gesto escrevesse no ar versos invisíveis. O verde, o amarelo, o azul e o branco não são apenas cores — são sentimentos compartilhados, são bandeiras interiores hasteadas no coração. DANÇA DE CORES é espetáculo que transcende o evento: é a prova de que quando a arte encontra propósito, até o sol da manhã aprende a brilhar diferente.
Lençóis tomaram vida nas quadras do Anchieta, escreveram na gincana versos com nossas cores. Ao som de Morricone souberam cumprir missão a que se propuseram com dança de esplendores. O ritmo seduziu corpos. Panos esconderam, mostraram. O pálido sol da manhã refletiu mais que calores. E o pendão hasteado esparziu verde, riu lágrimas amarelas, repartiu azul com céu. A paz do branco a todos vestiu de amores.
Declamação
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