RESPOSTAS

No poema RESPOSTAS, Atlântida e Ubar não são apenas cidades míticas — são metáforas daquilo que perdemos dentro de nós. Entre o mar e o deserto, entre ondas e dunas, escondem-se fragmentos da alma humana, templos silenciosos que guardam perguntas antigas e respostas ainda não reveladas. O altar não está apenas submerso ou soterrado: está velado pela distração da vida. As respostas que buscamos talvez não pertençam ao passado distante, mas às experiências que ainda viveremos. RESPOSTAS é um convite à escavação interior — a mergulhar e atravessar desertos pessoais até encontrar o templo secreto onde nossas múltiplas vidas se esclarecem.
Atlântida no mar, Ubar no deserto. Por certo, uma parte perdida da alma da humanidade com toda verdade, secreta, esconda de minha vida, sem ondas, sem dunas, de uma forma discreta, o altar de um Templo com respostas para minhas vidas até hoje, ou a serem vividas.
Declamação
Vídeo