CÍRCULOS

Neste poema, a Geometria transforma-se em filosofia da existência. “Círculos” percorre o universo dos centros, arcos, tangências e infinitos para refletir sobre a eterna busca humana pelo conhecimento, pelo amor e pelo sentido da vida. Uma viagem poética entre a Matemática e a alma, onde até os Mestres continuam aprendizes diante do infinito.
Somos círculos concêntricos, excêntricos. Arcos ansiosamente em busca do centro, incentro do triângulo equilátero. Estudamos incansavelmente, mentes imersas, em oceano do humano breu da ignorância. Somos círculos tangentes, Indigentes. Curvas imensamente longas. Ângulos internos de infinitos “pis” Radianos. Aberturas externas menores que os retos, projetos de aprendizes, mesmo sendo Mestres. Somos círculos secantes, amantes, determinantes de mil cordas e nós, intersecções de cruzes, circuncentros exponenciais, do círculo maior que o infinito!
Declamação
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