BIUNICIDADE

Entre retas, pontos e infinitos sentidos, este poema transforma a Matemática em metáfora da própria existência. “Biunicidade” une razão e emoção em uma reflexão poética sobre caminhos, escolhas e o elo invisível entre números, tempo e amor. Uma viagem delicada pelo universo das ideias, onde cada ponto encontra seu significado no simples risco do papel.
A origem de semirretas, colocada sobre a reta, determina dois sentidos, no infinito conjunto de pontos. Positivo para o futuro, da esquerda para a direita. Negativo para o passado, da direita para a esquerda. A cada ponto um real. A cada real um ponto. É um processo de amor, biunívoco namoro, no simples risco do papel. Um conto de pontos fantásticos. Escrito pelo Criador.
Declamação
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