POTENCIAÇÃO

Neste poema, a potência dos números se mistura à intensidade dos sentimentos juvenis. Entre bases, expoentes e operações matemáticas, “Potenciação” transforma a sala de aula em cenário de primeiros amores, olhares discretos e emoções elevadas ao infinito. Uma poesia que mostra que, às vezes, o coração também faz cálculos impossíveis.
Dois elevado ao quadrado. Três elevado ao cubo. Ambos enlevados, ausentes. Repete-se a base e adicionam-se os expoentes. A troca de olhares é constante. Dividem-se as potências, e os potenciais ais, ais, ais... Repete-se a base, subtraem-se os expoentes, e as mentes perdem-se, elevadas pela ânsia dramática do primeiro amor, na aula de Matemática….
Declamação
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