PRIMOS

Entre números primos, mares de verão e descobertas da juventude, este poema transforma a Matemática em memória afetiva e contemplação poética. “Primos” mistura fórmulas e sentimentos, decompondo lembranças, desejos e emoções como quem resolve equações da própria vida. Uma viagem entre a lógica dos números e a intensidade da puberdade, onde até as ondas parecem obedecer à poesia da Matemática.
Dois, três, cinco, Sete, onze, treze... Números primos. Primos e primas, férias e mar. Ondas a decomporem-se na praia. Decomposição em fatores primos, formas fatoradas, queimadas pelo sol. Formas divinas, de meninas na flor da idade, maiores que seus desejos, nascidos com a puberdade. E volto à realidade, dos números divisíveis… só por si, e pela unidade.
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