PERDA E POSSE

O poema “PERDA E POSSE” nos conduz a uma profunda experiência de transformação, marcada por símbolos, rituais e sentimentos que atravessam a juventude e a construção do ser. Entre despedidas e novos começos, o eu poético revela a intensidade de um momento iniciático, onde deixar de ser algo é condição para tornar-se outro. Ao evocar tradições, valores e a busca pela perfeição, o texto expõe a dualidade entre emoção e responsabilidade, entusiasmo e consciência. Há beleza no ritual, mas também a dor da mudança — elemento necessário para o crescimento interior. Mais do que narrar uma cerimônia, “PERDA E POSSE” é um convite à reflexão sobre legado, liderança e continuidade. Ao final, permanece a esperança: a certeza de que os ideais vividos não se perdem, mas renascem nas novas gerações.
Sob manto do pelicano, penetrei como sexto filho já irmão não sendo mais. E no átrio em mosaico esperei, o que sei não serei jamais. Foi forte a emoção de estar no grupo a que Templário Cavaleiro deu seu nome e ouvir tantos augúrios e desejos na busca da perfeição e do saber. Chorei. porque sei não ser tão fácil a paz. Foi lindo o ritual de perda e posse não fosse a tristeza dos que vão. Em vão os incentivos dos que ficam em busca de maior elevação. Admirei, pois sei o jovem acredita no que faz. E sob encanto do momento de sete velas e virtudes ideais, deixo à juventude o desafio de conscientes lideranças construírem. E De Molay, como sei continuará vivo uma vez mais.
Declamação
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