BRINCADEIRA

BRINCADEIRA nasceu de um olhar lúdico sobre a existência. No poema, a vida é comparada a um desfile de escola de samba, em um Carnaval de Deus que gosta de brincar, criar e reinventar o mundo. Tudo acontece numa Cósmica Sapucaí, onde dor e alegria, luz e caos, ritmo e improviso se misturam. BRINCADEIRA celebra a vida como espetáculo passageiro, belo e intenso — uma grande festa divina em constante movimento.
Nem pior, nem melhor, simplesmente o mesmo mundo desde a criação. A explosão inicial, que afinal levará a nada Na Praça da Apoteose... Da Cósmica Sapucaí. Nem pior, nem melhor, apenas uma Grande Escola, com alegorias e fantasias. Confuso enredo que fala de medo; com arte. Em torno de um estandarte evoluem vida e morte na avenida. Nem pior, nem melhor, simplesmente a ilusão de um Carnaval... Sem quarta-feira. A ilusão de um Carnaval... Sem quarta-feira. Nem pior, nem melhor... Apenas momento espetacular do fevereiro de um Deus que quis brincar.
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