CORAÇÃO

CORAÇÃO nasceu de uma brincadeira inocente. Ao ouvir ruídos e conversas dos pais, uma criança, tomada pela curiosidade e pela imaginação, fez uma pergunta tão simples quanto genial: “coração tem pernas?”. O poema se constrói a partir desse instante apoteótico, em que a lógica adulta se rende ao olhar puro da infância. CORAÇÃO celebra esse humor espontâneo, capaz de revelar verdades profundas através do riso.
Coração tem pernas, Tem braços! Cabeça em euforia... E tronco em movimentos. Tem olhos baços, Nariz, ouvidos... E boca abertos. A dizerem para Deus! Em agradecimentos! O que calam as palavras... Nos apoteóticos momentos! Coração tem pernas, Tem braços! Cabeça em euforia... E tronco em movimentos. A dizerem para Deus! Em agradecimentos! O que calam as palavras... Nos apoteóticos momentos! O que calam as palavras... E o corpo estático! Nos apoteóticos momentos.
Declamação
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