ROSA-DOS-VENTOS

ROSA-DOS-VENTOS nasceu de um sonho fantástico e surreal. Nele, surgem Pégasos e Unicórnios cruzando paisagens impossíveis, enquanto Atlântida emerge como memória mítica submersa. Entre esses cenários, os espinhos da rosa-dos-ventos apontam direções incertas, ferindo e orientando ao mesmo tempo. O poema é uma travessia pelo imaginário, onde sonho, mito e desejo se misturam, e cada rumo traz consigo encantamento e risco.
Vencendo escarpas... Em busca da Perfeição. Cavalguei Pégasos, Refleti realidades. Domei sonhos... Perdi amores, Afaguei unicórnios. Senti dores... Visitei Atlântidas. Sangrei eventos... Ferido por espinhos. De uma rosa-dos-ventos. De uma rosa-dos-ventos. Cavalguei Pégasos... Refleti realidades. Domei sonhos, perdi amores. Afaguei unicórnios... Sangrei eventos... Ferido por espinhos. De uma rosa-dos-ventos. De uma rosa-dos-ventos... Em busca da Perfeição.
Declamação
Vídeo