Antonio Carlos TórtoroACTORTOROO universo poético de Antonio Carlos Tórtoro

Estrelas no Mar

Poema

ROSA-DOS-VENTOS

Ilustração — ROSA-DOS-VENTOS

ROSA-DOS-VENTOS nasceu de um sonho fantástico e surreal. Nele, surgem Pégasos e Unicórnios cruzando paisagens impossíveis, enquanto Atlântida emerge como memória mítica submersa. Entre esses cenários, os espinhos da rosa-dos-ventos apontam direções incertas, ferindo e orientando ao mesmo tempo. O poema é uma travessia pelo imaginário, onde sonho, mito e desejo se misturam, e cada rumo traz consigo encantamento e risco.

Vencendo escarpas...
Em busca da Perfeição.
Cavalguei Pégasos,
Refleti realidades.
Domei sonhos...

Perdi amores,
Afaguei unicórnios.
Senti dores...
Visitei Atlântidas.

Sangrei eventos...
Ferido por espinhos.
De uma rosa-dos-ventos.
De uma rosa-dos-ventos.

Cavalguei Pégasos...
Refleti realidades.
Domei sonhos, perdi amores.
Afaguei unicórnios...

Sangrei eventos...
Ferido por espinhos.
De uma rosa-dos-ventos.

De uma rosa-dos-ventos...
Em busca da Perfeição.

Declamação

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