SUGESTÃO

No poema SUGESTÃO, o Natal é colocado sob reflexão. Sinos que não tocam. Festa sem alegria. Árvore sem luz. Missa sem fé. Campanha sem amor. A forma permanece, mas o sentido se esvazia. Entre símbolos repetidos e gestos automáticos, surge uma pergunta urgente: que Natal estamos celebrando? Quando o Cristo se ausenta, restam apenas cenários — não essência. SUGESTÃO é um chamado à consciência. Não para negar a tradição, mas para resgatá-la. Para devolver à data o que lhe dá vida: luz verdadeira, amor autêntico e fé viva.
Na tal noite não tocaram sinos. Na tal festa não houve alegria. Na tal árvore faltou a luz. Na tal campanha não houve amor. Na tal missa rezou-se sem fé. Noite, festa, árvore, campanha e missa de Natal sem alegria, sinos, luz, amor e fé como o previsto. Que tal questionar urgentemente, repensar o Natal, na tal data, sem o Cristo?
Declamação
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