TEMPERO DA DADÁ

No poema TEMPERO DA DADÁ, o sabor vira memória e a culinária transforma-se em afeto. Entre moquecas, vatapás, bobós e mariscadas, a Bahia não é apenas cenário — é alma temperada com dendê, simpatia e calor humano. Dadá não é só cozinheira: é ponte. É o encontro entre o mar e o coração, entre o visitante que chega e o amigo que parte com saudade. Cada prato carrega história, cada tempero espalha identidade pelas ladeiras de Salvador. TEMPERO DA DADÁ é celebração da amizade que nasce à mesa, do aconchego que permanece na lembrança e do gosto que nunca se esquece. É poesia que se prova — e se guarda na alma.
Dadá, sabor maravilha do polvo a vinagrete e do caldo de sururu, da simpatia baiana com moquecas e caruru. Dadá, sabor de tempero do vatapá e aratu, de filés, peixe na palha, da Ladeira do Frei Vicente, que por Salvador se espalha. Dadá, sabor de sucesso do bobó de camarão, da mariscada e lambreta no Pelourinho: Bahia. Defronte ao Ilu-bata. Dadá, sabor de aconchego com caipirosca e cerveja. Início de grande amizade no coração de quem parte sentindo prazer e saudade.
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