BASE

No poema “Base”, o poeta une Matemática e sensibilidade humana para refletir sobre a convivência entre iguais e diferentes. Entre números, potências e expoentes, o poeta revela que a verdadeira força da vida nasce da união, da criação e do amor. Uma poesia que transforma conceitos matemáticos em metáforas profundas sobre a existência humana.
Iguais que se multiplicam, criam potenciação, No Universo dos números, Que vivem na imaginação. Desiguais que se multiplicam, Criam civilização, No Universo dos homens, Coautores da criação. Iguais e desiguais, Na Matemática da vida, Procuram, na mesma base, Comporem um expoente... Cuja potência é o amor...
Declamação
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